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Orgulhosamente criado por Paula Castro

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Atum em lata! Água ou óleo?

Em muitos lugares do país, especialmente cidades longe do litoral, o consumo de peixes é baixo devido à pouca oferta de peixes frescos. Uma alternativa prática para inserir mais pescados na alimentação é o atum em lata: tem um longo tempo de validade, é facilmente encontrado nos supermercados e é também muito prático.


Afinal, atum em lata é saudável?


Antes de mais nada, o principal é preferir o peixe fresco in natura sempre que possível, pois é mais natural. Uma dica é procurar por feiras que tenham peixes na sua cidade! Mas, se realmente não encontrar, os enlatados podem sim ser uma opção.


Antes de responder qual a melhor opção, vamos saber mais sobre a composição do atum?


O atum é rico em proteínas, ômega-3 e diversas vitaminas e minerais excelentes ao bom funcionamento do nosso corpo, como vitaminas B1, B2, B3, cálcio, zinco, entre outros.

O ômega-3 auxilia:


na diminuição das taxas de colesterol LDL e triglicerídeos e aumento do HDL no controle da pressão arterial no bom funcionamento do cérebro e aumento da imunidade protege de doenças cardiovasculares reduz a glicose e o processo inflamatório.


Cuidado! Apesar desses bons nutrientes, existem também metais pesados no atum, como o mercúrio, que, em excesso, pode causar intoxicação.


Temos, basicamente, duas opções dele no mercado: atum em óleo e atum em água. Existem diferenças na composição deles?


Sim! Em relação ao ômega 3, vemos que o peixe em óleo é mais vantajoso, já que o óleo conserva e aumenta a absorção do seu ômega-3 e nutrientes!

Além disso, alguns estudos têm mostrado que o atum em lata na água tem maior concentração de mercúrio do que o conservado em óleo, confirmando a preferência pelo em óleo. Porém esse dado é contraditório: outros estudos compararam os dois tipos e mostraram que não houve diferenças significativas nos níveis de mercúrio no atum enlatado em óleo em comparação com a água.



Outro problema que encontramos no atum em lata é a contaminação com mercúrio em níveis maiores do que o recomendado.


Um estudo que analisou os níveis de mercúrio em atum em latas comercializados na cidade do Rio de Janeiro mostrou que 53% das amostras de atum enlatados em água e em óleo tinham teor de mercúrio acima do recomendado, sendo que só 1 entre as 5 marcas analisadas estavam com produtos com níveis dentro dos limites máximos. Preocupante, não? Já outro estudo mais recente, realizado em Belém, não encontrou irregularidades nos atuns em latas.


Resumindo: esse é um assunto ainda um pouco controverso, visto que existem diversos estudos mostrando posições diferentes.

Mas, se for para optar por um tipo de atum em lata, prefira aquele conservado em óleo e lembre-se: o óleo da lata deve ser descartado antes do consumo do peixe para diminuir sua quantidade de metais e sódio. Outra dica essencial é observar se a lata do atum está íntegra no momento da compra, sem amassados.


Agora, vamos comparar a composição nutricional dos tipos de atum! Observe a tabela a seguir:



Deu pra notar a diferença entre a composição deles, né?


O peixe in natura tem menos ingredientes (só o atum mesmo), enquanto os outros tem mais outros e ainda sal adicionado para a conservação. Além disso, o peixe fresco tem mais ômega-3 e proteína e bem menos gorduras totais, saturadas, colesterol e sódio do que os enlatados.

Então, independente da escolha, a melhor opção é o peixe in natura. E na impossibilidade dele, preferir o enlatado em óleo. E essa orientação vale para tanto o atum, quanto para a sardinha e outros peixes.

Agora que você já não tem dúvidas sobre como comprar o atum e outros peixes, que tal preparar um delicioso, prático e saudável hambúrguer caseiro de atum da nutri? Confira a receita a seguir!


Gio Nutri

#TRENDY

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